08 nov 2012

iObsolência – o modo Apple de (Re)inventar

Por: Rafael Antonio Vannucci Léda, aluno do 2º ciclo do curso de Administração da unidade Santo André, da ESAGS. Atua na área de Administração e Gestão, em nível estratégico/gerencial, formando carreira profissional. Acompanha diariamente as novidades da área, sempre antenado nas mídias sociais, conseguindo assim, uma visão mais ampla do mundo dos negócios.

Obsolescência é uma condição que ocorre a um produto ou serviço reduzindo sua utilidade e seu fim, mesmo em perfeito estado de funcionamento, devido ao surgimento de um produto tecnologicamente mais avançado.

Uma vez que, seguidamente, a Apple desenvolveu seus sistemas, sobretudo o móvel (iOS), impossibilitando usuários de dispositivos da geração anterior sem motivo aparente no que diz respeito a limitações de hardware. Tal método caracteriza-se obsolescência planejada, usada por diversas empresas na atualidade para conseguirem vender produtos novos.

Um exemplo disso é o recurso “Facetime over Cellular”, que disponibiliza chamadas via Facetime pela rede 3G e 4G (onde é disponível) e será aplicada aos novos aparelhos, lançados este ano, como o iPhone 4S e o novo iPad (terceira geração).

As chamadas via facetime, inicialmente adotadas no iPhone 4 e iPod Touch da 4 geração, era o recurso de chamadas com vídeo, adotado pela Apple. A única diferença entre o iPhone 4S e o iPhone 4 é a velocidade do processador A5 sobre o A4, mas ambos têm chip de internet 3G, que possibilita o recurso, mas não foi adotado pela empresa como uma possível forma de deixá-lo obsoleto propriamente dito.

Após a morte de Steve Jobs e o lançamento global do iPhone 4S e 5 estamos diante de uma reinvenção dos padrões de qualidade. São consumidores preocupados muito mais com a qualidade dos produtos do que com 0,5 polegada a mais ou se celular terá novo S ou nas próximas gerações de telefones.

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